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Querer se pendurar no passado é um erro, não de campanha, mas em relação ao país. Eleição diz respeito ao futuro. Por isso, a questão que se coloca agora aos eleitores é escolher o melhor candidato, aquele que tem mais condições de presidir o Brasil até 2014. Eu ofereço aos brasileiros a minha história de vida e as minhas realizações como político e administrador público. Ofereço as minhas ideias e propostas.
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| José Serra (PSDB), candidato a presidente, na revista Veja |
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Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Diário de Cuiabá
Três magistrados surgem com força para suceder presidente
22/06/2010 | 05:33
Já começaram as articulações visando a eleição para a presidência do Tribunal de Justiça, que acontece em novembro. Pelo regulamento, podem concorrer os três magistrados mais antigos. Estão no páreo os desembargadores Rubens de Oliveira, Orlando Perri e Manoel Ornelas.
Nos bastidores, as informações são de que o corregedor de Justiça, desembargador Manoel Ornelas, quer ser um dos candidatos. Ele se aposenta em 2013, quando completa 70 anos, e por isso esse seria o momento para uma candidatura, pois ele pode ser alcançado pela aposentadoria sem chegar ao cargo de presidente. O desembargador Rubens de Oliveira também teria manifestado vontade de concorrer ao posto.
Orlando Perri ainda não decidiu se será candidato. Ele pretende resolver primeiro as pendências que tem no Conselho Nacional de Justiça para ser candidato. Perri, diferente dos outros, ainda tem tempo para ser presidente. Como tem 53 anos de idade, ainda tem 17 anos pela frente.
A partir do mês que vem, quando Antônio Bitar Filho e Jurandir Florêncio de Castilho se aposentam, Perri será o desembargador mais antigo do Tribunal. Apesar da prerrogativa, ele não tem pressa. “Acho que para sentar na cadeira de presidente o desembargador não pode ter nenhuma suspeita, por isso eu desejo que meus processos administrativos disciplinares sejam julgados antes”, explicou Perri.
Se algum deles não quiser disputar o cargo, outros desembargadores, por ordem de antiguidade, entram na disputa. Entre os nomes subsequentes está o do vice-presidente Paulo da Cunha. Ontem ele afirmou que não tem pretensão ao posto e ainda não definiu apoio. “As chapas não foram montadas ainda, temos que esperar mais para avaliar quem serão os candidatos”, disse o desembargador.
O atual presidente, José Silvério Gomes, foi eleito para um “mandato-tampão” em março deste ano. Ele ocupou o lugar deixado pelo então presidente, desembargador Mariano Travassos, que foi punido com aposentadoria compulsória pelo Conselho Nacional de Justiça, acusado de desviar verba do Tribunal para ajudar uma cooperativa de crédito ligada à Maçonaria. Junto com ele, mais dois desembargadores e sete juízes foram aposentados.
Gomes assumiu num momento de crise institucional. Além da própria “aposentadoria dos 10”, novas denúncias sobre venda de sentenças envolvendo magistrados vieram à tona. Por isso e outras problemas administrativos, Silvério não quer ser presidente novamente “nem amarrado”, conforme afirmou ontem. (Ana Rosa Fagundes - Diário de Cuiabá)


Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Copa 2014
Tribunal de Contas vai auditar desapropriações
21/06/2010 | 06:11
Uma das principais realizações que a parceria entre o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE/MT) vai consagrar em parceria com o Ministério Público Estadual (MPE) e, por conseguinte com o Ministério Público de Contas (MPC), será transformar em ponto de auditoria todas as desapropriações decorrentes de obras da Copa do Mundo de 2014. Na reunião entre o relator das contas da Agecopa, Antônio Joaquim e da procuradora de Justiça, Silvana Correa Vianna, além do procurador-geral do MPC, Gustavo Deschamps já começou a ser avaliada pelo Pleno do TCE, atendendo a uma formulação feita pelo promotor Clóvis de Almeida Junior da Promotoria do Patrimônio Público. "Como as obras da Copa do Mundo, principalmente as ligadas a mobilidade urbana requerem desapropriações, vamos redobrar os esforços no sentido de fiscalizar essa questão que será muito importante", disse o conselheiro Antônio Joaquim. O TCE passa a analisar a viabilidade de inserir como ponto de auditoria, procedimento relativo às desapropriações feitas pelo poder público, conforme propositura apresentada durante a sessão plenária da última terça-feira, 15, pelo procurador geral do Ministério Público de Contas, Gustavo Deschamps. (A Gazeta)


Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Ficha Limpa
Política melhor
21/06/2010 | 06:02
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu que os políticos condenados por crimes graves em julgamentos colegiados -que envolvem mais de um juiz- antes da sanção da lei Ficha Limpa também estão inelegíveis. A nova lei, portanto, não vale apenas para aqueles que forem condenados a partir do último dia 7 de junho. Ao justificar seu voto, o relator do caso, ministro Arnaldo Versiani, abordou a questão espinhosa da conciliação entre o princípio da presunção da inocência e a ideia de que uma pessoa possa ser privada de seus direitos políticos mesmo sem ter sido condenada em última instância. "Quando se trata de inelegibilidade, ninguém está sendo considerado culpado do que quer que seja", ele disse. Este é, sem dúvida, um ponto muito controverso. Para reforçar sua tese, o relator lembrou que certas categorias da sociedade, como os juízes, não são elegíveis. O assunto irá fatalmente desembocar no STF, onde receberá exame definitivo para efeitos legais. Parece difícil, ainda, vislumbrar quais serão as consequências práticas da nova lei. Não se deve esperar, obviamente, que a Ficha Limpa, por si só, seja capaz de corrigir problemas e insuficiências da nossa representação política. É até mais prudente e razoável supor que seu alcance será restrito. Isso, no entanto, não diminui em nada os esforços salutares de mobilização da sociedade. Pelo contrário, o fato de que a Ficha Limpa tenha chegado até o Congresso pelo mecanismo constitucional da iniciativa popular, com mais de 1,6 milhão de assinaturas, constitui talvez o aspecto mais relevante para nossa democracia. É visível na sociedade a demanda crescente por uma representação política mais qualificada, moral e intelectualmente. Não se trata de defender teses elitistas. Trata-se, antes, de reagir ao vale tudo, ao ambiente rebaixado que se generalizou no Legislativo do país. (Editorial - Folha de São Paulo)


Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Folha de São Paulo
Estudo vê padrão em voto para presidente desde 89
21/06/2010 | 05:53
Peso de máquinas eleitorais explica alianças polêmicas de Serra e Dilma.
Quando Collor chegou ao Palácio do Planalto com vitória sobre Lula, votação em grotões e periferias foi decisiva.
O mapa das últimas cinco eleições presidenciais mostra que é impossível chegar ao Planalto sem as máquinas que controlam os votos dos grotões e das periferias das grandes metrópoles. A conclusão está em estudo coordenado pelo cientista político Cesar Romero, da PUC-Rio. Ele constatou semelhanças geográficas na votação de todos os vencedores, de Fernando Collor, em 1989, a Lula, em 2006. "Cada eleição tem sua história, mas as estratégias vitoriosas são sempre parecidas. Ganharam os que foram mais pragmáticos", afirma. A análise dos resultados por microrregião brasileira mostra que todos os eleitos conseguiram conquistar os grotões, dominados por oligarquias locais, e as periferias urbanas, com forte presença de líderes populistas e pastores pentecostais. Para Romero, a constatação obriga os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) a abraçar o pragmatismo e buscar aliados malvistos pela opinião pública e por seus próprios partidos. "Por saber disso, os dois têm adotado a mesma tática", analisa. "Esta será uma disputa sem ideologia, de máquina contra máquina." Como exemplos, ele cita a aproximação de Serra com o ex-deputado Roberto Jefferson (PTB) e a de Dilma com os senadores José Sarney e Renan Calheiros (PMDB), além do esforço dos dois candidatos para fechar alianças no mundo evangélico. Os mapas eleitorais de Lula mostram a importância dessas alianças. Após três derrotas, ele se elegeu em 2002 ao se aliar a ex-adversários e aumentar sua votação em grotões e periferias. Com o peso das máquinas, a discussão programática fica restrita ao eleitorado de classe média das grandes cidades. É apenas lá, segundo o estudo, que o debate ideológico terá alguma relevância na campanha. (Bernardo Mello Franco - Folha de São Paulo)


Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Xingamentos
Microfone capta palavrões de Dunga contra jornalista
21/06/2010 | 05:47
Técnico provoca jornalista da Globo, e emissora o critica no "Fantástico".
Dunga estava de bom humor ontem e, como de hábito, não perdeu a oportunidade de provocar e alimentar sua rixa com os jornalistas. Ao ser questionado se iria dar folga para o time após a vitória de ontem sobre a Costa do Marfim, ele respondeu: "Não adianta dar tempo livre a eles porque, se a gente faz isso, vocês vão atrás deles. E isso não é folga, é trabalho", falou o técnico, que se estranhou com o comentarista da TV Globo Alex Escobar. "O que foi? Algum problema aí?", perguntou o treinador, rindo. "Não, nenhum, não estava olhando para você", respondeu Escobar. No "Fantástico", a emissora reproduziu a cena e mostrou momentos da entrevista em que, com o microfone aberto, Dunga proferiu palavrões. O narrador, então, criticou o técnico pelo "comportamento não compatível". Dunga se referia aos dias livres do time em Johannesburgo. Até agora, foram duas folgas, antes da estreia na Copa. Em ambas, parte dos jogadores foi passear em um shopping. Foi lá que Robinho quebrou regra imposta por Dunga e deu entrevista à Globo. O episódio irritou o técnico, e o atacante teve de pedir desculpas aos colegas. Ontem, o médico José Luiz Runco, ao responder a uma pergunta sobre a contusão do meia Elano, falou que o time não treinaria hoje. A CBF não divulgou a programação, mas o mais provável é que a equipe, já classificada para as oitavas, tenha folga. Sobre Kaká, expulso ontem, o treinador afirmou que ainda vai resolver quem o substituirá no duelo de sexta, às 11h, contra Portugal. "O Kaká não era só pela questão física, mas ele estava melhorando, ganhando confiança, e seria bom para dar continuidade", disse Dunga. "Mas a coisa positiva é que agora, com a próxima fase, os jogos ocorrem em um intervalo mais curto e pode ser bom para ele [Kaká], que vinha de muito tempo sem jogar uma partida inteira." Em relação a Elano, Dunga afirmou estar confiante. "Nós temos muitas opções para a posição, como o Daniel Alves e o Ramires, mas espero contar com ele contra Portugal", concluiu. (Folha de São Paulo)

Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Passeio na Europa
Dilma: ganho zero
20/06/2010 | 09:51
A propósito de marqueteiros: ininteligível a ideia que levou Dilma Rousseff à Europa, com uma delegação de câmeras, maquiadora, repórter, secretaria e assessores diversos. Tudo para posar em encontros com um o outro dirigente europeu, ela e eles obviamente sem ter o que se dizerem. Se alguém supôs que mostraria Dilma como prosseguidora de Lula no plano internacional, mostrou-a apenas em situações de um ridículo oneroso. Ganho, nenhum. (Janio de Freitas - Folha de São Paulo)
Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
O negócio é amar
19/06/2010 | 19:08
Tem gente que ama, que vive brigando E depois que briga acaba voltando Tem gente que canta porque está amando Quem não tem amor leva a vida esperando Uns amam pra frente, e nunca se esquecem Mas são tão pouquinhos que nem aparecem Tem uns que são fracos, que dão pra beber Outros fazem samba e adoram sofrer Tem apaixonado que faz serenata Tem amor de raça, amor vira-lata Amor com champagne, amor com cachaça Amor nos iates, nos bancos de praça Tem homem que briga pela bem-amada Tem mulher maluca que atura porrada Tem quem ama tanto que até enlouquece Tem quem dê a vida por quem não merece Amores à vista, amores à prazo Amor ciumento que só cria caso Tem gente que jura que não volta mais Mas jura sabendo que não é capaz Tem gente que escreve até poesia E rima saudade com hipocrisia Tem assunto à bessa pra gente falar Mas não interessa o negócio é amar (Carlos Lyra e Dolores Duran)
Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Revista Veja
Boca de jacaré
19/06/2010 | 18:37
Romero Cruz
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O empresário Sérgio Alambert está decidido a se tornar o maior exportador de couro de jacaré. Comprou uma fazenda em Mato Grosso, construiu lá galpões para abrigar os répteis da luz e obteve autorização do governo federal para criar e abater 40 000 deles. Alambert paga aos pantaneiros 1 real por filhote capturado e pretende vender a pele de cada animal adulto por 500 dólares. Ele acredita que, em 2015, negociará 600 000 peles por ano. Se conseguir, alcançará um faturamento nada rasteiro de 300 milhões de dólares. (Revista Veja)
Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Eleição para reitor
O futuro da nossa Unemat
19/06/2010 | 06:31
A Unemat realiza dia 30 deste mês as eleições para reitor, que vai substituir Taisir Karim. Karim protagonizou embates com a comunidade acadêmica e está chamuscado por causa de denúncias sobre vazamento de gabaritos do concurso do Estado, ano passado. Disputam a eleição os professores Edna Sampaio, Adriano Dilval e Elias Januário, atual vice-reitor. (A Gazeta)

Publicado por Pedro Pinto de Oliveira
Na terça
PP decide quem apoiar
19/06/2010 | 06:27
O Partido Progressista (PP) deve decidir na próxima semana a quem apoiará na sucessão estadual deste ano. As duas definições concretas, segundo o presidente da Assembleia e um dos maiores lideres do partido em Mato Grosso, José Riva, dizem respeito a não coligação nas proporcionais que ainda mantém algumas discussões internas, e a rejeição da tese de se liberar os candidatos a deputado federal e estadual de caminharem com os candidatos majoritários que melhor lhes convierem. "Somos um partido e vamos assumir um lado, defendê-lo e vitoriosos cobrar duramente os compromissos assumidos nos palanques", pontuou Riva que assinala estar o PP consolidado em suas chapas para deputado estadual, mas sinalizando conversas para uma eventual coligação para federal. "Essas questões são tratadas com distinção, ou seja, os candidatos a deputado federal que pleiteiam uma vaga em conformidade com os cálculos de possíveis quocientes eleitorais podem optar por se coligarem, mas acredito que essa proposta é muito remota, nossas duas chapas estão fechadas e foram amplamente discutidas". (Marcos Lemos - A Gazeta)

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Leia:
Serra, um candidato para o Brasil
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TV é a principal fonte de informação dos eleitores
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