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Escândalo do Maquinário
Juiz que suspendeu inquérito já decidiu a favor do governo 15/7/2010 - 16:51 - 1 comentário O juiz da Vara de Crimes Contra a Ordem Pública, José Arimatéia Neves da Costa, que suspendeu o inquérito que investiga a compra superfaturada de 705 maquinários destinados ao Programa Mato Grosso 100% Equipado a pedido do ex-secretário de Administração, Geraldo De Vitto, já decidiu a favor do governo do Estado em outra ocasião. O fato pode colocar sob suspeição a decisão de arquivar os procedimentos da Justiça em relação ao chamado “Escândalo do Maquinário”. O então secretário de Blairo Maggi (PR) da Segurança Pública, Carlos B rito, era um dos acusados de participar do esquema de fraudes e superfaturamentos na construção de prédios públicos. Brito foi apontado como fraudador na execução de contratos. Conforme a denúncia, a Sejusp, então sob o comando de Brito, teria superfaturado o contrato com a empresa Braserv para locação de equipamentos e prestação de serviços de pequenos reparos em imóveis da Secretaria em vários municípios de Mato Grosso. O ex-secretário Carlos Brito, atual diretor de Infraestrutura da Agecopa, depôs, então, na condição de testemunha arrolada pelo acusado Maurício Guimarães. De acordo com o juiz José Arimatéia, no próximo dia 12 de agosto, serão ouvidas nove testemunhas de acusação, 34 testemunhas de defesa, e os seis acusados no “Caso Braserv”. O outro lado De acordo com o juiz da Vara de Crimes Contra a Ordem Pública, José Arimatéia Neves da Costa, a decisão em suspender o andamento do processo sobre o Escândalo do Maquinário, até que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decida de quem será a competência (estadual ou federal) em julgar o superfaturamento na compra das 705 máquinas, não foi uma decisão favorável ao governo do Estado. Segundo ele, quando em um processo civil ou penal há conflito de competência, como acontece no caso do maquinário, é necessário que haja suspenção do processo até que o STJ decida quem será o responsável pelo processo. "Não há nada a favor do governo. É uma questão meramente técnica. Se for ver o Código de Processo Penal e o Código de Processo Civil, o conflito de competência suspende o andamento do processo. E quando há um conflito de competência em trâmite no STJ, até que se defina quem será o juiz competente, o processo é suspenso. Essa decisão é exatamente para evitar que se pratique atos que no futuro venham a ser anulados e tudo tenha que ser feito de novo", explicou. Arimatéia revelou ainda que nas investigações a única ação que terá continuidade serão as perícias que estão sendo feitas pelas Delagacia Fazendária, sob a resposnabilidade da delegada Lusia de Fátima Machado. "Quando há a suspensão do processo, só podem ser praticadas medidas urgente. No caso do maquinário, foi autorizada que a perícia que esta em andamento continue sendo feita, pois estas máquinas estão sendo utilizadas e daqui um mês ou dois, o maquinário estará depreciado com o próprio uso, e não terá aquela realidade próxima da máquina nova de quando foi adiquirida. A perícia tem continuidade até a conclusão. Do mais, o restante das investigações ficam suspensas até o STJ decidir quem será o juiz competente, se será um juiz estadual ou federal". juarez 16/07/2010 - 09:25 Essa justiça só decide o que interessa o poder econômico! se fosse ladrão de galinha esse juiz já teria colocado pobre na cadeia. O Blairo só quer tempo para adquirir imunidade para acobertar todos os rombos dados no cofre público. A impresa já está bem paga para ficar omissa. Veja o Riva? rsrsrr JUSTIÇA
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