Artigos Quinta-Feira, 11 de Julho de 2019, 14h:22 | - A | + A

GOLEADA

Proibição da prova de laço

Eduardo Póvoas

Sofreu todo segmento que trabalha (trabalha MESMO), com bois e cavalos, com a proibição da prova de laço por ocasião da sétima semana do cavalo, pois jamais esperávamos um julgamento unilateral, da maneira que aconteceu, realizado por autoridades que, apesar de serem convidadas por diversas vezes para conhecer nossas instalações e como tratamos nossos animais, jamais se dispuseram a tal.


Ontem o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou de maneira acachapante (402 votos a 34), o texto básico do projeto de lei que regulamenta algumas práticas da vaquejada, do rodeio e do laço no Brasil.


Ficou para outro dia a votação de alguns destaques.


Imaginem senhores, pensei que só por aqui vagavam indivíduos que nada sabem  sobre maus tratos a animais. Ledo engano pois no Congresso ainda há 34.
Prova inconteste de que estávamos certo e de que nós que militamos com isso, nunca, jamais, e em tempo algum, maltratamos nossos parceiros, o boi e o cavalo, pois são estrelas da nossa constelação.


Ficaram aliás esses “alguns”, com a cara de tacho, pois   não sabem fazer nada, não sabem plantar um pé de cebolinha, não geram um centavo de imposto aos cofres públicos e muito menos sabem criar uma vaga de emprego, cidadãos e cidadãs que acobertado pelos cofres públicos, e gozando de prestigio incabível e inadmissível de algumas autoridades se intitulam defensores de animais.


Mal sabem cuidar de um gatinho ou de um cachorrinho.


Segundo a ABCR, o Brasil tem 820 mil ONGS. Dá pra conceber isso?


Presidente Bolsonaro, o senhor que se propôs a acabar com as porcarias deste país, bem que poderia extinguir umas 819.999 ONGs e aplicar o dinheiro que é destinado à elas em saúde e educação. Este seu ato se vier a acontecer (esperamos), jamais provocará desemprego, pois as estatísticas só provam isto quando as pesquisas são realizadas nas camadas das pessoas que realmente querem trabalhar, e no caso das ONGs isto não tem aplicabilidade.


Essas ONGs que insistiam em nos colocar na sarjeta da criminalidade como se incineradores de animais fossemos, recebem do Congresso Nacional a resposta que precisavam ter.


Camufladas pelo dinheiro público a grande maioria delas compostas de bon vivant, de ontem para frente, verão em nós que giramos a máquina da economia deste país o que realmente somos.


Quem trabalha com transparência, credibilidade e amor, só poderia esperar essa justiça Divina, clara e cristalina, como são as nossas atitudes.
À Nossa senhora Aparecida, presente nas nossas atividades 24 horas por dia colocamos nas suas mãos a solução deste caso. E a graça veio com sua benção.


À nossos malfeitores que façam o mesmo.


E aguardem!

* Eduardo Póvoas é graduado pela UFRJ

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