Caldeirão Político Segunda-Feira, 18 de Maio de 2020, 06h:35 | - A | + A

A LÓGICA DE SEMPRE

Aliança progressista: PT na cabeça e partidos aliados na cauda

Da Redação

Com Congresso em Foco

 

O Partido dos Trabalhadores segue a sua “lógica” sobre as alianças progressistas para as eleições municipais que funciona assim: alianças valem, desde que a cabeça da chapa seja de um nome petista.

 

Foi isso que aconteceu em Cuiabá. O deputado estadual Lúdio Cabral chegou a anunciar, antes da pandemia, uma frente de centro-esquerda para escolher o candidato a prefeito que enfrentaria a candidatura à reeleição do atual prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o ainda "secreto" candidato a prefeito apoiado pelo governador Mauro Mendes (DEM). A frente de centro-esquerda morreu antes de nascer. O PT vai de candidatura própria, do ex-juiz Julier Sebastião. Os demais partidos que venham a reboque. Simples assim.

 

Essa decisão de fazer alianças sem ceder a cabeça de chapa é uma orientação nacional. O PT de São Paulo escolheu o nome do ex-deputado federal Jilmar Tatto para ser o candidato do partido à prefeitura . Em votação online, Tatto venceu o deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha. A escolha foi anunciada pela presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, no Twitter.

 

Com a cabeça de chapa na mão, Tatto prometeu "um esforço danado" para construir uma política de alianças. Desde que os demais partidos formem a cauda da aliança, conforme destacou o site Congresso em Foco:

 

O pré-candidato do PT pediu união dos setores progressistas. “Vamos fazer esforço danado para construir uma politica de alianças, buscar os setores progressistas da cidade para fazer com que os setores democráticos possam estar conosco, na luta pelo #ForaBolsonaro, mas temos um grande patrimônio: nossa militância”, escreveu ele no Twitter.

 

Progressistas unidos, mas desde que seja sob o comando do PT, sempre.

 

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