Geral Sexta-Feira, 22 de Maio de 2020, 16h:28 | - A | + A

COMBATE AO CORONAVÍRUS

Em MT, 17 hospitais filantrópicos recebem recursos para a covid-19

Em Cuiabá, foram beneficiados os hospitais de Câncer, Geral e Santa Helena. A evolução da pandemia é um dos critérios de distribuição

da Redação com assessoria

Hospital de Câncer de MT

Hospital de Câncer de MT

 

Nesta sexta-feira (22), hospitais filantrópicos, em Cuiabá e em outros 13 municípios mato-grossenses, receberam a primeira parcela do auxílio financeiro emergencial para ação coordenada no combate à pandemia de covid-19. Ao todo, estão assegurados R$ 2 bilhões de ajuda aos filantrópicos de todo país. 

 

No estado, são 17 instituições beneficiadas pela lei do auxílio emergencial sancionada no início deste mês pelo presidente Jair Bolsonaro. O projeto que deu origem à medida foi aprovado no Senado no dia 31 de março e em 19 de abril pela Câmara Federal. De acordo com a portaria do Ministério da Saúde, a segunda parcela da ajuda deverá ser liberada dentro de mais uma semana e o critério de distribuição será com base na análise da evolução da pandemia no país.

 

Na capital, receberam a ajuda emergencial o Hospital Santa Helena (R$ 256.884,17), Hospital de Câncer de Mato Grosso (R$ 136.879,89) e Hospital Geral (R$ 386.263,80). Em Rondonópolis, terão recursos a Casa de Saude Paulo de Tarso (R$ 153.755,49) e Santa Casa de Rondonópolis (R$ 982.063,42). Também foram beneficiadas unidades em Cáceres, Campo Novo dos Parecis, Diamantino, Dom Aquino, Lucas do Rio Verde, Vila Bela, Nova Mutum, Poconé, Pontes e Lacerda, Rosário Oeste, Sinop e Sorriso.

 

Os recursos transferidos às entidades beneficiadas, ainda de acordo com a portaria do MS, deverão ser aplicados, obrigatoriamente, na aquisição de medicamentos, suprimentos, insumos e produtos hospitalares para o atendimento adequado à população. Também poderão ser usados na aquisição de equipamentos e na realização de pequenas reformas e adaptações físicas para aumento da oferta de leitos de terapia intensiva, bem como no respaldo ao aumento de gastos que as entidades terão com a definição de protocolos assistenciais específicos para enfrentar a Pandemia da Covid-19 e, ainda, com a contratação e o pagamento dos profissionais de saúde necessários para atender à demanda adicional.

 

O repasse do auxílio financeiro independe da eventual existência de débitos ou da situação de adimplência das instituições filantrópicas e sem fins lucrativos em relação a tributos e contribuições na data do crédito pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS).

 

O senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do bloco parlamentar Vanguarda, lamentou a demora de quase dois meses entre a aprovação do projeto e a liberação dos recursos, e segundo ele, ainda exigiu ações de cobrança junto ao Governo. “Esperamos agora, com a liberação, que os hospitais e Santas Casas possam trabalhar de forma articulada com o Ministério da Saúde e os gestores do SUS para oferecer mais serviços, principalmente leitos de terapia intensiva”, ressaltou Fagundes.

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