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Sábado, 17 de Abril de 2021, 09h:38 | - A | + A

TOLERÂNCIA ZERO

Operação apreende tratores e aplica R$ 30 milhões em multas por crime ambiental

Oito municípios do norte de Mato Grosso foram alvo de fiscalização durante 10 dias.

Da Redação

Com assessoria

Sema-MT

Operação contra crime ambiental

 

A terceira fase da Operação Tolerância Zero contra crimes ambientais terminou com a apreensão e remoção de 4 tratores, e infratores multados em cerca de R$ 30 milhões. A operação, encerrada nesta sexta-feira (16.04), foi realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) em parceria com as forças de segurança pública por meio da Gerência de Operações Especiais (GOE) e Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope).

 

Após identificar alteração da vegetação por satélite, equipes fiscalizaram por 10 dias áreas de oito cidades do norte de Mato Grosso: Colniza, Aripuanã, Nova Bandeirantes, Nova Monte Verde, Apiacás, Peixoto de Azevedo, União do Sul e Marcelândia. 

 

Além da apreensão de maquinários e multas, foram embargados 8,2 mil hectares do Bioma Amazônia, em áreas em que foi constatado o desmatamento ilegal. Os crimes foram comunicados imediatamente ao Ministério Público Estadual para a responsabilização. 

 

Os quatro tratores apreendidos foram removidos ao pátio da Sema e retirados do infratores para evitar a continuidade do crime ambiental. Também foram apreendidas duas motosserras.

 

Operação Tolerância Zero

 

Com o objetivo de reduzir o desmatamento ilegal em Mato Grosso, o Governo do Estado implantou a política da tolerância zero com os crimes ambientais, e está investindo no monitoramento e fiscalização para prevenir as ilicitudes. Ao identificar a alteração de vegetação por imagens de satélite, o Estado avisa por e-mail ao produtor sobre o alerta, e providencia a fiscalização in loco para a penalização do infrator. 

 

O Estado aplica multas, embarga áreas, e apreende equipamentos e maquinários utilizados na ação criminosa, descapitalizando os infratores para evitar a reincidência. Atualmente, em parceria com o Ministério Público do Estado (MPE), e Ministério Público Federal (MPF), quem desmata ilegalmente responde também nas esferas criminal e civil, além de processo administrativo.

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