Polícia Terça-Feira, 10 de Setembro de 2019, 09h:23 | - A | + A

MADEIRA PROIBIDA

PRF apreende em MT nove cargas de madeira ilegal

Entre os produtos, estão a castanheira, que tem corte e comercialização proibidos, pois está em extinção

DA REDAÇÃO

Nucom-PRF

Nove cargas de madeira irregular foram apreendidas pela Polícia Rodoviária Federal, (PRF), entre sábado, (07) e segunda-feira, (09). As ações foram realizadas em parceria com Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso (Indea/MT), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e 2ª Companhia da Polícia Militar de Rondonópolis.

PRF

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Na segunda-feira, na BR-158, em Barra do Garças, (520 Km de Cuiabá), os agentes apreenderam três carretas e um caminhão com os produtos. Um bitrem estava carregado com 46m³ de castanheira, cujo corte e comercialização são proibidos por lei. Em uma carreta baú havia 25,51 m³ de madeiras irregulares, em outra carreta 25,80 m³ e em um caminhão 13 m³ de produto ilegal.

 

Na BR-070, em Primavera do Leste um caminhão com 14,60 m³ de madeiras de diversas espécies irregulares foi apreendido.

 

Já no domingo (08), também em Primavera do Leste,  27,37 m3  de madeira irregular eram transportadas em um caminhão. Durante a fiscalização, foi constatado divergência entre o produto transportado e o declarado no Documento de Origem Florestal (DOF). Entre as madeiras havia castanheira.

 

No sábado (07), na BR- 364 em Rondonópolis, foram apreendidos dois caminhões. Um deles, conduzido por J.G.C, de 34 anos, transportava a carga de Alto Paraíso para Apucarana, no Paraná. De acordo com a documentação apresentada pelo motorista, a carga transportada deveria ser da madeira de espécie mirindiba, porém havia 27,15 m3 de castanheira.

 

O outro veículo, abordado cerca de 2 horas depois, levava 13,04 m3  de madeira que segunda a nota seriam cupiúba, no entanto, tratava-se de jatobá e cambará. O condutor A.P., de 44 anos, afirmou que a carga saiu de Aripuanã para Rondonópolis.

 

O transporte irregular de madeira é crime ambiental. Não apenas quem transporta o produto é identificado nas ocorrências, mas também as madeireiras que comercializam o produto. Todos poderão responder pelo crime.

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