Política Quinta-Feira, 11 de Julho de 2019, 14h:52 | - A | + A

PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

AL-MT intervém, mas Governo recusa proposta para por fim à greve

Governo afirma não dispor de caixa para atender às proposições dos deputados estaduais.

Safira Campos

AL-MT

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) encaminhou ao Governo do Estado um ofício em que intervia nas negociações entre os profissionais da educação e o Poder Executivo. Em documento enviado ao Palácio Paiaguás, deputados estaduais pediam que Mauro Mendes atendesse parcialmente às reivindicações dos trabalhadores e oferecesse reajustes em folhas salariais. O governo recusou a proposta. 

O documento solicitava, entre outras questões, que o Governo considerasse o incremento na receita estadual por meio do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), que no primeiro quadrimestre de 2019 foi de cerca de R$ 224 milhões; além da receita oriunda do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (FETHAB), que no mesmo período foi de aproximadamente R$ 268 milhões.

Governo do Estado afirmou não ter condições de atender ao proposto pela AL. Segundo informou a Secretaria Adjunta de Comunicação, o Estado não conseguiria arcar com um gasto acima de R$ 200 milhões, caso aceitasse as reivindicações. 

 

ASSEMBLEIA GERAL

 

Está marcada para  a tarde desta quinta-feira (11) uma assembleia-geral que visa discutir a permanência da categoria na greve, que já dura 46 dias. Entre as demandas dos grevistas estão o cumprimeito da Lei Estadual 510/2013, que prevê investimentos na educação; contratação imediata dos profissionais aprovados no último concurso e reajustes salariais.

 

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