Política Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019, 17h:10 | - A | + A

FORA DA DISPUTA

Blairo nega intenção em disputar eleição para Senado na vaga de Selma

‘Não quero, não pretendo, não disputarei’, disse Blairo sobre eleição suplementar ao Senado Federal.

Da Redação

O ex-governador e ex-ministro Blairo Maggi usou suas redes sociais para negar notícias divulgadas na imprensa local e nacional de que ele teria intenção de disputar uma possível eleição suplementar ao Senado em caso de cassação do mandato da Juíza Selma (Podemos). 

 

“Tem surgido na imprensa em Cuiabá e em outros locais, divulgando que eu estaria me preparando para uma eleição ou uma suposta eleição suplementar que pode ter no estado de Mato Grosso. Quero dizer que não pretendo, não quero, não desejo e não disputarei nenhum cargo eletivo. Tenho afirmado isso. Ainda no final de 2017 eu comuniquei todo o meu grupo político que estaria fora da política definitivamente”, disse Blairo. “Quero deixar muito claro que não participarei desse pleito eleitoral”, completou. (Veja vídeo no final da matéria)

 

Em nota na coluna Radar, da Veja, Blairo é citado como candidato à vaga e com uma possível chapa já montada. “O ex-ministro quer o cargo. Foro privilegiado agrada. Maggi já conversa para formar sua chapa: Carlos Fávaro (PSD), terceiro colocado na última eleição ao Senado, e Adilton Sachetti (PRB), quarto, ocupariam a suplência, sem definição ainda de quem seria a primeira e a segunda cadeira”, diz um trecho da nota.

 

As articulações de bastidores se intensificaram na política local com a possibilidade de uma eleição suplementar para o Senado principalmente após a Procuradoria-Geral da República pedir a cassação da Juíza Selma em um parecer encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral na semana passada. 

 

Selma Arruda teve o mandato cassado em abril deste ano pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso por abuso de poder econômico e caixa 2 na campanha eleitoral de 2018. Ela recorreu com embargos de declaração para tentar reverter a decisão, que foi mantida pelo Pleno do próprio TRE-MT em julho, por unanimidade, antes de remeter o caso ao TSE, onde o processo tramita atualmente à espera do julgamento.

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