Política Sexta-Feira, 19 de Julho de 2019, 09h:24 | - A | + A

GRAMPOLÂNDIA PANTANEIRA

Membros do MPE pedem apuração das denúncias feitas pelos militares

Foram acusados o procurador de Justiça, Paulo Prado e promotores do Gaeco

Suzi Bonfim

da Redação

Paulo Prado

 

Os membros do Ministério Público Estadual (MPE),  Paulo Prado, Marco Aurélio de Castro, Samuel Frungilo, Marcos Regenold Fernandes e Marcos Bulhões, pediram “imediata instauração do procedimento cabível para a apuração de suas condutas”, nesta quinta-feira (18) à Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP), a Procuradoria Geral de Justiça e Corregedoria Geral do Ministério Público de Mato Grosso. 

 

Eles publicaram também uma nota de esclarecimento em que afirmam “com veemência, que não são verdadeiras as imputações caluniosas, difamatórias e injuriosas proferidas pelos réus".

 

A suposta atuação irregular do procurador  e dos promotores de justiça do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) foi denunciada pelos militares que prestaram novo depoimento no caso Grampolânida, na 11ª Vara Especializada da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá, na terça (16) e quarta-feira (17).  Os coronéis Zaqueu Barbosa e Evandro Lesco e o cabo Gerson Corrêa acusam os membros do Ministério Público de realizar escutas telefônicas ilegais, como barriga de aluguel, em várias operações do Gaeco.   


Confira a nota dos membros do MPE: 

 

NOTA DE ESCLARECIMENTO

 

Os membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, abaixo subscritos, vêm a público afirmar, com veemência, que não são verdadeiras as imputações caluniosas, difamatórias e injuriosas proferidas pelos réus da ação penal nº 17000-11.2017.811.0042 - código 477158, em trâmite na 113 Vara Criminal Especializada - Militar, por ocasião da realização de seu terceiro interrogatório nos autos, nas datas de 16 e 17 do corrente mês.

 

Em verdade, tratam-se de réus confessos que se veem na iminência de sofrerem justa condenação pelos crimes que praticaram e que, em atitude desesperada, resolveram atacar infundadamente membros da Instituição que os denunciou.

 

Firmes no exercício incansável de suas atribuições e cientes da lisura de todos os atos praticados no desempenho dos cargos que exercem, os signatários vêm a público expor que, nesta data protocolaram pedidos junto à Corregedoria Nacional do Ministério Público - CNMP, Procuradoria-Geral de Justiça do Estado de Mato Grosso e Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, na qual requerem a imediata instauração do procedimento cabível para a apuração de suas condutas.

 

Cuiabá-MT, 18 de julho de 2019.

 

PAULO ROBERTO JORGE DO PRADO;  SAMUEL FRUNGILO

MARCOS REGENOLD FERNANDES; MARCOS BULHÕES DOS SANTO

MARCO AURÉLIO DE CASTRO


Veja a nota e o pedido de investigaçao aqui

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