Política Sexta-Feira, 06 de Dezembro de 2019, 10h:14 | - A | + A

ELEIÇÕES MUNICIPAIS

PT admite candidatura própria em 2020, em Cuiabá

A deputada federal do PT, Rosa Neide Sandes citou Lúdio como "nome forte" e "respeito" por Julier Sebastião

Suzi Bonfim

da Redação

Câmara dos Deputados

Rosa Neide

 

A deputada federal Rosa Neide Sandes (PT) considera que o Partido dos Trabalhadores pode disputar as eleições, em 2020, na capital de Mato Grosso, desde que tenha “tranquilidade  em lançar candidatura própria”, caso contrário, admite a possibilidade de alianças. 

 

Segundo a deputada, o assunto vai ser discutido de forma mais intensa depois da posse da nova gestão do Diretório Estadual, na quinta-feira (12). "A partir daí, vamos definir com o diretório municipal como o PT vai disputar as eleições em Cuiabá. Não tem portas fechadas, se houver a tranquilidade da candidatura própria, faremos isso. No país inteiro e, em Cuiabá, também discutiremos a possibilidades de alianças", assegurou Rosa Neide. A orientação do diretório nacional é ter o maior número de candidatos possível para disputar nas Câmaras de Vereadores e prefeituras.

 

Em entrevista aos jornalistas Antero Paes de Barros e Pedro Pinto, na rádio Capital FM, Rosa Neide se referiu ao deputado estadual Lúdio Cabral como uma alternativa, mas foi reticente em relação ao ex-juiz federal Julier Sebastião, que se filiou recentemente com este interesse. “Em Cuiabá temos nomes como o próprio Lúdio Cabral, um nome forte, muito bem aceito e bem avaliado. O ex-juiz é outro nome a ser discutido e a gente respeita muito”, apontou a deputada federal. 

 

Segunda instância

 

Em relação à votação da prisão em segunda instância, na Câmara Federal, Rosa Neide afirma que este não é o melhor momento. Ela defende uma discussão mais ampla sobre o assunto.

 

“A Câmara Federal vai discutir a prisão em segunda instância, de forma mais profunda, para definir o que muda na estrutura penal do país. Não sou contra prender bandido, quem rouba, quem é desonesto, mas desde que a população carcerária do Brasil seja vista de acordo com o crime que cometeu e isto não acontece. Temos que olhar a estrutura do sistema penal como um todo”, ressaltou a deputada federal que é contra a alteração da Constituição Federal.

 

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