Política Sexta-Feira, 16 de Agosto de 2019, 14h:41 | - A | + A

POLÍTICOS X PARTIDOS

Soninha Francine (PPS/SP), diz que é possível ter candidatos sem vínculo partidário

A vereadora paulistana que vai estar em Cuiabá, neste sábado (17) foi entrevistada pelo jornalista Antero Paes de Barros, na rádio Capital.

Suzi Bonfim

da Redação

personalcomunicacao.net.br

Soninha Francine

 

A vereadora Soninha Francine (PPS/SP), duas vezes candidata a prefeita de São Paulo, ex-VJ da MTV e comentarista esportiva, é uma das palestrantes deste sábado (17), do 1º encontro do Protagonize, um curso de formação de candidatos   no auditório da Fecomércio, em Cuiabá. A vereadora conversou com o jornalista Antero Paes de Barros, por telefone, na rádio Capital, nesta sexta-feira (16).

 

O partido da vereadora está em processo de mudança de nome e vai passar a ser Cidadania. Esta relação entre político e partido é, justamente, um dos debates do curso. Soninha, ao entrar para a política lembra que partiu do princípio de que já atuava politicamente como profissional e nas atividades voluntárias que realizava. “A diferença quando quis ser candidata a vereadora foi fazer da política a minha atividade principal, remunerada”, ressaltou.

 

Para Soninha, hoje em dia, um número maior de jovens gosta da política, mesmo que não goste dos partidos. “Na década de 90, quando eu trabalhava na MTV, nem a palavra política podia ser pronunciada. Os jovens tinham interesse em se engajar, em mudar o mundo mas, nunca pela política. Atualmente, um número maior de jovens olha para política ainda que não se vejam representadas pelos partidos políticos”, constatou a vereadora. 

 

O PPS, de acordo com a vereadora paulistana, é favorável a possibilidade de eleição de candidatos sem vínculo partidário. “O partido defende que as pessoas tenham a possibilidade de disputarem uma eleição sem, necessariamente, se filiar a uma sigla, reconhecendo que existem outras formas de organização política da sociedade. O candidato pode não ser de um  partido político mas, defendemos, ao mesmo tempo, o voto distrital e, também o voto de legenda, reconhecendo que existe uma coletividade, que é o partido político, não vinculado à uma pessoa”, apontou Soninha Francine. 

 

Eleita quando estava no auge da carreira como comentarista esportiva da MTV, Soninha, disse que o primeiro mandato dela como vereadora foi muito frustrante, mas chegou ao fim e depois foi candidata a deputada federal por duas vezes, sem sucesso. Voltou ao legislativo, oito anos depois sendo eleita vereadora pela cidade de São Paulo, em 2016, no governo de João Dória. “Sou vereadora e feliz, o que achava inconciliável”, garantiu. 



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