Política Quinta-Feira, 10 de Outubro de 2019, 10h:39 | - A | + A

CPI DO PALETÓ

Vereador vai se reunir com associações militares para discutir posicionamento na comissão

Para o Sargento Joelson (PSC), o processo de investigação foi e vai continuar sendo conturbado

Da Redação

Câmara de Cuiabá

Sargento Joelson

 

Neste final de semana, o vereador Sargento Joelson (PSC), se reúne com as associações da Polícia MIlitar - Cabos e Soldados, subtenentes e sargentos e dos oficiais - para discutir o posicionamento dele como  membro da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instalada para apurar a suposta quebra de decoro e obstrução da Justiça, do prefeito Emanuel PInheiro (MDB), na Câmara de Vereadores da Capital, a CPI do Paletó.

 

Essas instituições foram fundamentais para a eleição do Sargento na Câmara de Vereadores. “Quando aceitei fazer parte da comissão, pensei na comunidade. Seria muito mais fácil só assistir. Tem dois objetos que a CPI tem que esclarecer no seu relatório final: Primeiro, houve obstrução da justiça e segundo, houve recebimento ilícito de valores. Isso tá claro  porque tem imagens, mas é preciso ter um relatório com esses dois pontos”, constatou o Sargento Joelson.

 

Na avaliação do vereador Sargento Joelson (PSC), o processo de investigação na CPI do Paletó foi e vai continuar sendo conturbado por problemas políticos e jurídicos. A CPI tem a primeira reunião de trabalho, na segunda-feira (14), às 8h.  O Sargento Joelson concedeu entrevista ao jornalista Antero Paes de Barros, na rádio Capital FM, nesta quinta-feira (10).

 

O vereador destaca que há uma questão técnica em relação à legislação que tem que ser respeitada e está preocupado com o aproveitamento do que já foi feito pela  CPI, de novembro de 2017 a março de 2018, quando foi suspensa pela justiça. São cerca de 50 horas de depoimentos, entre eles a delação do ex-governador Silval Barbosa. 

 

“Precisamos definir. Só validar o que Silval falou pode ser um ‘prato cheio’ para a defesa ou oposição na Câmara anular o relatório da comissão. Por isso, é preciso cuidado. Vou pedir o parecer jurídico da Procuradoria da Casa”, apontou o sargento Joelson. Emanuel Pinheiro, foi gravado recebendo dinheiro e colocando as notas no paletó quando ocupava o cargo de deputado estadual, no governo Silval Barbosa, entre 2012 e 2013.

 

 

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